Animália

Eu vejo gente que tropeça na casca da banana, eu dou risada e afogo o rabo do macaco. Já vi mulher com muito pelo na xana, ô minha filha, depila esse sovaco. Não esqueça também da xana, não confunda cera quente com tabaco. Pode acender o fogo da bagana, mas não me ofereça um pitaco. Conheci uma Alana que dizia: o que eu consumo, eu pago. Ela ali em Copacabana, e eu lá nos Grandes Lagos. Uma cavala na cama, impossível medir o estrago. Não reclama não, enfia até o gago. Era o que eu ouvia num sábado gozado, enquanto ouvia Legião Urbana parecia Macarena na verdade era Romina e só queria uma carona para fugir lá pras dunas.

Essa é uma estória real, com nomes fictícios (e muito inspirada pelos Raimundos).

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