Lembrete numa manhã de novembro

Viver sem as pessoas que eram essenciais na sua vida dá uma sensação diferente, uma força estranha, meio vazia, forte por si só. Escolher amizades não é chatice ou mesquinhez, é auto-valorização, um pouquinho de amor próprio às vezes vai bem, misturado com vodka.

O segredo não é tentar entender, é deixar rolar, deixar a brisa levar, o que tiver que ser seu há de ser seu. As melhores coisas da vida acontecem de repente, de surpresa, as piores também. Geralmente vindas de pessoas que jamais pensamos serem capazes de tais proezas. O que é verdadeiramente seu nunca se vai, fica contigo. São nessas pequenas reflexões sobre a vida na manhã de novembro, aliás – não necessariamente novembro, qualquer mês – que faz a gente começar a descobrir quem somos, ou o que nos tornamos.

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